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Sumário das 17 lições:
01 - Aspectos históricos e vigilância epidemiológica das
infecções hospitalares
Aspectos históricos:
- o controle das IH's no Brasil;
- tendências atuais
Uma visão geral das IH's:
- mecanismos e via de transmissão;
- custo-benefício nos EEUU e no Brasil;
- determinantes epidemiológicos e patogenia das IH's
NNISS - definições de termos chaves:
- paciente;
- paciente-CTI;
- paciente-HRN;
- infecção hospitalar;
- saídas
NNISS - critérios para determinação dos serviços:
- medicina (MED);
- oncologia (ONC);
- queimadura/trauma (BT);
- cirurgia cardíaca (CS);
- cirurgia dentária (DEN);
- otorrinoralingologia (ENT);
- oftalmologia (OPH);
- cirurgia geral (GS);
- urologia (GU);
- neurocirurgia (NS);
- ortopedia (ORT);
- cirurgia plástica (PLS);
- ginecologia (GYN);
- pediatria (PED);
- bercário de normais (WBN);
- berçário de alto risco (HRN);
- obstetrícia (OB)
NNISS: vigilância epidemiológica
Métodos de vigilância
Coleta de dados:
- dados característicos dos indivíduos;
- dados característicos do risco
Métodos de vigilância: vantagens e desvantagens:
- notificação passiva;
- revisão retrospectiva de prontuários;
- busca ativa de casos;
- estudos de prevalência
Tipos de vigilância
Vigilância global
Vigilância por componentes:
- terapia intensiva adulta e pediátrica;
- berçário de alto risco;
- cirúrgico;
- vigilância por objetivos;
- vigilância dirigida;
- vigilância através de dados microbiológicos;
- vigilância pós-alta de egressos em cirurgia
Indicadores epidemiológicos
Taxa global de IH's
Taxa global de IH's por serviço
Taxa global de IH's por topografia
Taxa de IH's em procedimentos invasivos:
- densidade de utilização;
- taxas de IH's associadas
Sensibilidade aos antibióticos
Frequência de agentes infecciosos
Taxa de letalidade
Taxa de mortalidade
Comportamento cronológico das IH's
02 - Infecções hospitalares: legislação e avaliação do
controle
Portarias do Ministério da Saúde
Alguns aspectos da Portaria Nº 2616:
- estrutura;
- organização;
- competência do SCIH e da CCIH;
- infecção comunitária;
- infecção hospitalar do recém-nascido;
- coleta de dados;
- limpeza, desinfecção e esterilização
Comentários:
- SCIH;
- programa de CIH;
- vigilância epidemiológica
Sistema de avaliação do controle de infecção hospitalar quanto
a:
- estrutura do serviço de controle;
- vigilância epidemiológica;
- atividades gerais de controle;
- controle de procedimentos invasivos
Classificação do hospital quanto à qualidade do seu controle de
infecções hospitalares
03 - Estatística aplicada ao controle das infecções
hospitalares
Coleta de dados
Amostra:
- amostra casual simples;
- amostra sistemática;
- amostra estratificada;
- amostra de contigência
Análise básica dos dados:
- taxa e proporção;
- incidência e prevalência
Comparação de taxas:
- estratificação;
- taxa ajustada
Indicadores de referência:
- percentil
Curvas endêmicas
Infectômetro
Decisão na presença de incerteza
Teste de hipótese
Análise univariada:
- razão de risco;
- risco relativo;
- prevalência relativa;
- odds ratio
04 - Investigação de surtos
Endemia:
- incidência média;
- incidência máxima esperada;
- curva endêmica
Epidemia e surto:
- visão do profissional que assiste o paciente;
- visão intuitiva do epidemiologista hospitalar;
- perspectiva operacional;
- perspectiva estatística
Pseudosurto
Metodologia de investigação:
- investigação básica;
- investigação complexa;
- caso controle;
- coorte
Outros aspectos da investigação
Exemplo prático
05 - Princípios gerais do uso dos antimicrobianos
Está a antibioticoterapia indicada com base em achados clínicos?
Foram obtidos espécimens para exames microbiológicos?
Quais são os agentes etiológicos mais prováveis?
- topografia do processo infeccioso;
- microscopia de exsudatos;
- aspectos epidemiológicos;
- sazonalidade;
- nível sócio-econômico;
- fatores do hospedeiro;
- apresentação clínica;
- idade
O hospedeiro apresenta particularidades?
- gravidez e lactação;
- insuficiência renal;
- insuficiência hepática;
- idosos: apresentação clínica atípica;
- idosos: doenças de base;
- idosos: complascência prejudicada às medicações orais;
- idosos: interações medicamentosas;
- recém-nascidos: imunidade;
- recém-nascidos: metabolismo;
- recém-nascidos: absorção;
- recém-nascidos: distribuição;
- recém-nascidos: excreção;
- recém-nascidos: efeitos colaterais
- imunodeficiências e condições predisponentes;
- uso de próteses
Qual é o antibiótico mais indicado?
- história de reações alérgicas;
- efeitos colaterais;
- distribuição do antimicrobiano;
- pH do sítio infectado;
- antibiótico bacteriostático versus bactericida;
- espectro de ação largo versus estreito;
- custo dos antimicrobianos
Há indicação para terapia combinada?
Qual é a melhor via de administração?
- parenteral;
- enteral;
- tópica;
- sistema nervoso central;
- cavidades corporais;
- intra-vítreo;
- retal
Qual a dose ideal?
É preciso alterar a terapia inicial?
Qual a duração apropriada da antibioticoterapia?
Quais as possíveis causas da falência terapêutica?
06 - Auditoria de antimicrobianos
Prescrição e uso inadequado dos antimicrobianos
Como controlar o uso dos antimicrobianos:
- ações básicas;
- coleção de dados e identificação de problemas;
- padronização dos antimicrobianos;
- avaliação microbiológica;
- treinamento do corpo clínico
Prescrição de antimicrobianos:
- qualidade das prescrições;
- medidas restritivas;
- a equipe de controle
Controle do uso dos antimicrobianos: um caso real
07 - Antibioticoprofilaxia em cirurgia
A infecção cirúrgica e sua profilaxia com os antimicrobianos
Indicações
Princípios efetivos:
- escolha adequada;
- dose e momento ideal de administração;
- repique intra-operatório;
- duração da antibioticoprofilaxia;
- via de administração
Análise de situações específicas
Antibioticoprofilaxia em neonatos
Antibioticoprofilaxia em pacientes politraumatizados
Antibioticoprofilaxia em cirurgia geral
Antibioticoprofilaxia em cirurgia cardiovascular e torácica
Antibioticoprofilaxia em neurológica
Antibioticoprofilaxia em cirurgia ortopédica
Antibioticoprofilaxia em cirurgia otorrinolaringológica
Antibioticoprofilaxia em cirurgia tocoginecológica
Antibioticoprofilaxia em cirurgia urológica
Antibioticoprofilaxia em cirurgia plástica
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08 - Limpeza, desinfecção,
esterilização e anti-sepsia
Limpeza:
- roupa suja;
- lixo comum;
- lixo séptico;
- lixo especial;
- coleta do lixo;
- armazenamento do lixo;
- rotinas
Desinfecção:
- principais agentes desinfetantes;
- água quente;
- álcoois;
- compostos que liberam cloro;
- fenólicos;
- formaldeído;
- glutaraldeído;
- álcool iodado;
- quaternários de amônio;
- rotinas
Esterilização:
- principais métodos;
- vapor seco saturado;
- calor seco;
- óxido de etilleno (ETO);
- ácido peracético;
- peróxido de hidrogênio;
- formaldeído e glutaraldeído;
- plasma;
- rotinas de limpeza prévia;
- rotinas de empacotamento;
- rotinas de estocagem;
- monitoramento da esterilização;
- validade da esterilização
Anti-sepsia:
- cuidados com as mãos dos profissionais;
- cuidados com as mãos e os ante-braços da equipe cirúrgica;
- cuidados com a pele do paciente
- álcoois: espectro e mecanismos de ação;
- álcoois: aplicações e eficácia;
- álcoois: toxicidade;
- clorohexidine: espectro e mecanismos de ação;
- clorohexidine: aplicações e eficácia;
- clorohexidine: toxicidade;
- iodo e seus compostos: espectro e mecanismos de ação;
- iodo e seus compostos: aplicações e eficácia;
- iodo e seus compostos: toxicidade;
- fenóis: espectro e mecanismos de ação;
- fenóis: aplicações e eficácia;
- fenóis: toxicidade
09 - Isolamento, precauções e controle de bactérias
multi-resistentes
Transmissão de microorganismos
Fonte de microorganismos
Modo de transmissão:
- contato direto;
- contato indireto;
- gotículas infectantes;
- via aérea;
- veículo comum contaminado;
- vetores
Indivíduo susceptível
Medidas de isolamento:
- lavagem das mãos;
- uso de luvas;
- localização do paciente em quarto privativo;
- localização do paciente em coorte;
- manutencão do paciente juntamente com outros não colonizados
e/ou infectados
- uso de máscara;
- uso de capote;
- uso de gorro, pró-pés e óculos protetores;
- movimentação de pacientes em isolamento
A evolução dos sistemas de isolamento
Precaução padrão
Isolamento específico
Isolamento e controle de S. aureus e S. epidermidis
multi-resistentes:
- colonização e infecção;
- modo de transmissão e reservatórios;
- medidas de prevenção e controle do MRSA/MARSA;
- medidas básicas;
- isolamento;
- procedimentos de descolonização;
- banhos com clorohexidine;
- mupirocim (bactrobam);
- antibioticoterapia oral;
- controle de descolonização dos pacientes;
- controle de descolonização do profissional de saúde
Microorganismos Gram-negativos multi-resistentes
Tuberculose (TBC):
- modo de transmissão;
- prevenção e controle;
- profissional de saúde;
- paciente com suspeita de TBC;
- paciente com TBC confirmada;
- ambiente
Enterococo resistente a vancomicina (ERV):
- medidas de isolamento
S. aureus (VRSA/VISA)
10 - Microbiologia aplicada ao controle das infecções
hospitalares
O laboratório de microbiologia
Um modelo de controle microbiológico
Patógenos emergentes:
- resistência às drogas;
- resistência à vancomicina
Tópicos de microbiologia:
- pneumonias;
- infecções urinárias;
- infecções de feridas;
- infecções cateter-dependentes;
- infecções gastrointestinais
Amostras: cuidados
Testes diagnósticos rápidos
Culturas
Agentes antimicrobianos e testes de sensibilidade
Biologia molecular e tipagem epidemiológica:
- PPA (análise do perfil plasmidal);
- REA (análise de restrição de endonuclease);
- PFGE (eletroforese de campo pulsado);
- hibridização de DNA;
- RNA (ribotipagem);
- PCR (reação em cadeia de polimerase)
Amostras: técnicas para coleta, transporte e armazenamento
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11 - Inspeção setorial
Metodologia
Inspeção em CTI
Inspeção em enfermaria e apartamentos
Inspeção em bercários
Inspeção em centro cirúrgico
Inspeção em serviço de diálise
Inspeção em central de material esterilizado
Inspeção em área de preparo de material descentralizado
Inspeção em serviço de nutrição e dietética
Inspeção em lavanderia
Inspeção em serviço de limpeza
12 - Infecções hospitalares do trato urinário
Epidemiologia e etiologia
Fisiopatologia
Diagnóstico de bacteriúria
Técnicas de coleta de urina por micção
Técnicas de coleta de urina por punção supra-púbica
Técnicas de coleta de urina por aspiração de sonda vesical
Técnicas de cateterismo vesical de alívio
Técnicas de cateterismo vesical de demora
13 - Pneumonia hospitalar
Etiologia
Fatores de risco e fisiopatologia
Diagnóstico
Prevenção
Técnicas de entubação endotraqueal
Técnicas de aspiração endo e nasotraqueal
Técnicas de traqueostomia
Técnicas de curativo da traqueostomia
Cuidados com o tubo endotraqueal
Cuidados com o ambú
Cuidados com o laringoscópio-lâminas
Cuidados com a cânula de Guedel
Cuidados com o circuito de respirador
Cuidados com a cânula de traqueostomia
Oxigenoterapia: cuidados com o umidificador e nebulizador
Oxigenoterapia: cuidados com o látex do umidificador
14 - Infecções hospitalares do trato gastrointestinal
Fatores de risco e modos de transmissão
Síndrome associada a antibioticoterapia
Diarréia de ocorrência clínica comum
Infecção por C. difficile e colite pseudo-membranosa (CPM)
Diarréia associada a fonte alimentar
Enterocolite necrotizante (EN)
Diarréia em pacientes imunocomprometidos
Prevenção e controle
15 - Infecções cirúrgicas
Classificação do CDC
Microbiologia e patogênese
Fontes de patógenos:
- fontes endógenas
- fontes exógenas
Diagnóstico e fatores de risco
Prevenção e controle no pré-operatório
Prevenção e controle no pré-operatório imediato:
- banho;
- tricotomia;
- anti-sepsia da pele;
- campos cirúrgicos
Prevenção e controle da equipe cirúrgica:
- pró-pés;
- gorro;
- máscara;
- anti-sepsia das mãos e ante-braços;
- aventais;
- luvas
Prevenção e controle no per-operatório:
- técnica cirúrgica;
- duração da cirurgia;
- antibioticoprofilaxia
Medidas ambientais
Cuidados com a ferida
16 - Infecções hospitalares do acesso vascular e corrente
sanguínea
Etiologia
Diagnóstico
Fisiopatologia
Prevenção e controle quanto à inserção de cateter venoso
central
Prevenção e controle quanto aos curativos
Prevenção e controle quanto à troca de cateter
Prevenção e controle quanto aos monitores de pressão
17 - Infecções hospitalares no idoso
Incidência
Fatores de risco
Infecções nosocomiais mais frequentes nos hospitais de longa
permanência destinados a idosos (HLDI):
- infecção do trato urinário;
- infecção do trato respiratório;
- infecção e infestação da pele e de tecidos moles;
- outras infecções
Identificação de infecções em pacientes idosos asilares:
- resfriados comuns e gripes;
- doença influenza-simile;
- bronquite e traqueobronquite;
- pneumonia;
- infecções do trato urinário;
- conjuntivite;
- sinusite;
- otite;
- infecção da boca;
- celulite, partes moles e infecção de ferida;
- infecção fúngica cutânea;
- herpes simples ou zoster;
- escabiose;
- infecção do trato gastrointestinal;
- infecção primária da corrente sanguínea;
- episódios febris esporádicos e inexplicáveis
Infecções nosocomiais epidêmicas em HLDI's:
- programas de controle de infecção;
- vigilância;
- indicadores epidemiológicos;
- surtos;
- saúde dos pacientes e dos funcionários
Isolamento e precauções:
- precaução padrão;
- precaução com patógenos de alta transmissibilidade por via aerógena
- precaução de contato
Uso racional de antimicrobianos
Sumário das recomendações da APIC
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Autores:
Adriana Carla de Miranda Magalhães: médica clínica geral,
coordenadora adjunta do Núcleo de Ensino e Pesquisa do hospital Júlia
Kubistchek, pós-graduada no Serviço de Epidemiologia Hospitalar do
hospital Felício Rocho, coordenadora do Serviço de Controle de
Infecções Hospitalares do hospital Maria Amélia Lins,
intensivista do Centro de Tratamento Intensivo Cardio-Vascular do
hospital Felício Rocho e do Centro de Tratamento Intensivo Geral do
hospital Júlia Kubistchek; instituições situadas em Belo
Horizonte-MG;
Bráulio Roberto Gonçalves Marinho Couto: engenheiro químico,
especialista em estatística, mestre em ciência da computação,
assessor de estatística e informática do Serviço de Controle de
Infecções Hospitalares dos hospitais Felício Rocho, São
Francisco de Assis, Vera Cruz, Fundação Benjamim Guimarães e
Universitário São José; instituições situadas em Belo
Horizonte-MG;
Carlos Ernesto Ferreira Starling: médico, especialista em
medicina preventiva e social, epidemiologista hospitalar e
infectologista, consultor científico da Associação Mineira de
Estudos e Controle de Infecções Hospitalares, membro do Comitê
Educacional da SHEA - Society for Healthcare and Epidemiology of
America, presidente do Comitê de Controle de Infecções
Hospitalares da API - Associação Panamericana de Infectologia,
chefe do Serviço de Controle de Infecções Hospitalares dos
hospitais Felício Rocho, Vera Cruz, São Francisco de Assis, Fundação
Benjamim Guimarães, Universitário São José e da Maternidade
Odete Valadares; as seis últimas instituições de Belo
Horizonte-MG;
Estevão Urbano Silva: médico clínico geral e
infectologista, professor da disciplina de Doenças Infecto-Parasitárias
da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, coordenador do
Serviço de Controle de Infecções Hospitalares dos hospitais Júlia
Kubistchek e do Advogado Mineiro, assistente do Serviço de Controle
de Infecções Hospitalares dos hospitais Felício Rocho e Universitário
São José, coordenador do Centro de Tratamento Intensivo do
hospital Universitário São José; instituições situadas em Belo
Horizonte-MG;
Ewaldo Aggrippino Fraga de Mattos Júnior: médico pediatra,
assistente do Serviço de Controle de Infecções Hospitalares dos
hospitais Universitário São José e da Criança, assistente na
pediatria dos hospitais Universitário São José e São Camilo,
coordenador da urgência e ambulatórios de pediatria do hospital
Universitário São José; instituições situadas em Belo
Horizonte-MG;
Fernanda Fuscaldi Almeida: especialista em medicina
preventiva e social, infectologista e epidemiologista hospitalar, médica
assistente do Serviço de Controle de Infecções Hospitalares dos
hospitais Felício Rocho e Fundação Benjamim Guimarães, ambos de
Belo Horizonte-MG, coordenadora do Serviço de Controle de Infecções
Hospitalares da Maternidade Pública Municipal de Betim-MG;
Isabel Helena Pinto Neves: enfermeira especialista em
epidemiologia aplicada ao controle de infecções hospitalares,
enfermeira especialista em administração e gerenciamento de serviços
de saúde, membro do Serviço de Controle de Infecções
Hospitalares dos hospitais Felício Rocho, da Criança e Maria Amélia
Lins; instituições situadas em Belo Horizonte-MG;
Júlia Márcia Maluf Lopes: médica pediatra, mestre em
infectologia, especialista em gestão hospitalar pela ESMIG-FIOCRUZ
e em gerenciamento da qualidade pelo Intermountain Healthcare, EUA,
presidente da Comissão de Controle de Infecções Hospitalares do
Centro Geral de Pediatria e coordenadora do Grupo Técnico de
Orientação em Epidemiologia Hospitalar da Diretoria de Ensino e
Pesquisa da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, atual
presidente da Associação Mineira de Estudos e Controle de Infecções
Hospitalares;
Jussara Motta Pessôa: enfermeira especialista em
epidemiologia aplicada ao controle de infecções hospitalares,
membro do Serviço de Controle de Infecções Hospitalares dos
hospitais Vera Cruz e Fundação Benjamim Guimarães, ambos de Belo
Horizonte-MG;
Maria da Glória dos Santos Nogueira: enfermeira especialista
em epidemiologia aplicada ao controle de infecções hospitalares,
membro do Serviço de Controle de Infecções Hospitalares dos
hospitais Felício Rocho, Biocor e Clínica Serra Verde; instituições
situadas em Belo Horizonte-MG;
Maria Luiza Barbosa Peixoto: enfermeira especialista em
epidemiologia aplicada ao controle de infecções hospitalares,
membro do Serviço de Controle de Infecções Hospitalares dos
hospitais São Francisco de Assis e Biocor, ambos de Belo
Horizonte-MG;
Simone Mafra: enfermeira especialista em epidemiologia
aplicada ao controle de infecções hospitalares, membro do Serviço
de Controle de Infecções Hospitalares do hospital Felício Rocho
de Belo Horizonte-MG, graduanda em fisioterapia pela Faculdade de Ciências
Médicas de Minas Gerais;
Wilson de Souza Lima: médico patologista, diretor clínico
do Laboratório Oswaldo Cruz de Belo Horizonte-MG;
Yone de Almeida Nascimento: farmacêutica industrial pela
Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Minas
Gerais-FFUFMG, especialista em Saúde Pública-Área de Concentração
Medicamentos, professora do Estágio Supervisionado do Curso de Farmácia
do Unicentro Newton de Paiva-UNP (Belo Horizonte, Minas Gerais),
farmacêutica do Núcleo para Estudo da Dor do UNP, farmacêutica do
Hospital Felício Rocho (Belo Horizonte, Minas Gerais).voltar
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